Sou um defensor da ideia de que animação não é somente um meio de entretenimento infantil. Em alguns casos o foco das produções passa longe de mera diversão pra pirralhada e eu não me refiro aos hentais, que fique claro! Mas e quando uma animação consegue transmitir sua mensagem independente de um determinado grupo etário? É um fato altamente recorrente nas produções da Pixar, mas o que eu trago hoje vem diretamente de Paris. Na verdade eu achei mesmo enquanto perambulava pelo Smelly Cat.
"Le Royaume" ( O Rei e o Castor) é um curta animado idealizado por alunos da Gobelins com uma qualidade excepcional. As cores, os personagens, movimentos, tudo se combina com muita fluidez pelos, aproximadamente, quatro minutos de duração. Isso ressaltando apenas a parte técnica, pois o roteiro e a ideia transmitida é outro espetáculo particular. Apreciem esse ótimo exemplar de animação!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Rascunhos [8] It's a trap, Bino!
Postado por
Rafa Cruz
às
17:52
O leitor um pouco mais atento irá perceber que há muito tempo não faço uma postagem acerca de apenas um filme. O problema não é falta de disposição, a questão é que há algum tempo não assisto algo que compense um post particular.Pra ser bem sincero, a motivação pela qual agora escrevo é alertar sobre determinadas produções que são verdadeiras formas de gastar seu tempo de um modo bem inútil. Corram para as colinas!
O cúmulo do dispensável. Predadores é um filme que não conseguiu mostrar pra que veio. Com um elenco estrelado composto por Adrien Brody, Danny Trejo, Laurence Fishburne e Alice Braga (que por sinal também está em Repo Men, do qual falarei adiante), acompanhamos um grupo heterogêneo composto por assassinos , mercenários, uma sniper e até um membro da Yakuza (!) que misteriosamente caem de paraquedas (literalmente) em um ambiente totalmente inóspito. Em pouco tempo eles percebem que não são os únicos no local e que participam de uma caçada em que o vencedor é aquele que consegue terminar vivo. A trama não consegue despontar e parece que não engrena em momento algum. O cenário da floresta em determinados momentos parece tão artificial que a impressão que se tem é que estamos assistindo Uga Uga, Kubanacan ou qualquer outra novela brasileira com ambientação tropical ou algo do gênero!Você não torce nem pra os humanos, nem pra os predadores, que por sinal, aparecem bem menos do que deveriam.Em suma, é bem chato! Bem que tentaram fazer uma referência ao filme clássico na fala de um personagem, mas Predadores não honra a produção protagonizada pelo Schwarzenegger. Essa uma estrela está dividida. Metade é creditada pela luta contra o predador usando uma espada samurai, só por ser algo bem improvável! A outra metade é pela pequena reviravolta próximo ao fim, nada muito incrível, mas surpreendeu.
Ôh Alice Braga, você aqui de novo! Não, você não tem culpa, mas bem que poderia ter mais sorte nos filmes que participa.
Repo Men me deixou interessado após ter sua sinopse divulgada. A história de um futuro na qual orgãos artificiais são comercializados, porém caso o pagamento não seja efetuado são retirados na marra pelos "Repo Men" prometia.Prometia uma boa trama com uma história mais densa. Prometia uma reflexão moral da situação. Prometia mais do que político em ano de eleição. E ficou na promessa!
Somos apresentados a Remy (Jude Law), um membro do esquadrão Repo Men, que passa a ser perseguido por seus ex-companheiros após adquirir um coração, o qual não tem condições de pagar.Na sua fuga ele conhece Beth, que também vive uma situação clandestina e ambos são obrigados a buscar uma solução para seus problemas. A expectativa era alta, mas no fim das contas somos apresentados a um filme mediano que, mesmo quando busca fugir de clichês, é clichê! Não vou comentar mais do que isso, acho um desperdício de tempo.
O terceiro filme do combo Ação + Ficção Científica do post talvez não mereça ser enquadrado no termo "cilada". Dos três, acredito que seja o melhor, facilmente. Enfim, já que as produções transitam na mesma área, ele entrou no pacote.
Antes de mais nada tenho que comentar: Que tradução ridícula pro título original! Em que mundo paralelo Daybreakers equivale a 2019 - O Ano da Extinção?
Em um mundo em que a maioria da população é constituída por vampiros, o que vemos é a caça aos humanos que são utilizados como fontes de sangue. Porém, com a proximidade da extinção da raça humana, o mundo está perto de um colapso devido a falta do precioso liquido vermelho. Edward (Ethan Hawke) é um hematologista vampiro que pesquisa um substituto para o sangue, porém um grupo remanescente de humanos encontra algo que pode ser bem mais interessante. Hey, hey, hey, wait! Mais um vampiro chamado Edward?! Calma gente, isso aqui passa longe da saga Crepúsculo, apesar da fatídica coincidência no nome do protagonista. O filme tem uma fotografia atrativa e apresenta uma visão totalmente nova e surpreendente do tema "habitantes da noite", um ponto extremamente positivo. Ainda digo mais, se você substituir o sangue pela água encontrará uma mensagem altamente reflexiva, que me fez ter medo do que o racionamento de água faria no mundo. O problema de Daybreakers se encontra em explicações rasas que beiram o Deus ex machina ( sempre quis usar esse termo!), além de um final totalmente "Sim, é só isso mesmo!?". Poderia ser épico, mas teve gostinho de #fail.
É uma cilada, Bino!
Predadores (2010)
Ação/Ficção Científica![]() |
| Conseguiu ver algo bom no filme? É, nem eu. |
O cúmulo do dispensável. Predadores é um filme que não conseguiu mostrar pra que veio. Com um elenco estrelado composto por Adrien Brody, Danny Trejo, Laurence Fishburne e Alice Braga (que por sinal também está em Repo Men, do qual falarei adiante), acompanhamos um grupo heterogêneo composto por assassinos , mercenários, uma sniper e até um membro da Yakuza (!) que misteriosamente caem de paraquedas (literalmente) em um ambiente totalmente inóspito. Em pouco tempo eles percebem que não são os únicos no local e que participam de uma caçada em que o vencedor é aquele que consegue terminar vivo. A trama não consegue despontar e parece que não engrena em momento algum. O cenário da floresta em determinados momentos parece tão artificial que a impressão que se tem é que estamos assistindo Uga Uga, Kubanacan ou qualquer outra novela brasileira com ambientação tropical ou algo do gênero!Você não torce nem pra os humanos, nem pra os predadores, que por sinal, aparecem bem menos do que deveriam.Em suma, é bem chato! Bem que tentaram fazer uma referência ao filme clássico na fala de um personagem, mas Predadores não honra a produção protagonizada pelo Schwarzenegger. Essa uma estrela está dividida. Metade é creditada pela luta contra o predador usando uma espada samurai, só por ser algo bem improvável! A outra metade é pela pequena reviravolta próximo ao fim, nada muito incrível, mas surpreendeu.
Repo Men/Os Coletores (2010)
Ação/Ficção Científica![]() |
| Corre Alice, é uma cilada! |
Repo Men me deixou interessado após ter sua sinopse divulgada. A história de um futuro na qual orgãos artificiais são comercializados, porém caso o pagamento não seja efetuado são retirados na marra pelos "Repo Men" prometia.Prometia uma boa trama com uma história mais densa. Prometia uma reflexão moral da situação. Prometia mais do que político em ano de eleição. E ficou na promessa!
Somos apresentados a Remy (Jude Law), um membro do esquadrão Repo Men, que passa a ser perseguido por seus ex-companheiros após adquirir um coração, o qual não tem condições de pagar.Na sua fuga ele conhece Beth, que também vive uma situação clandestina e ambos são obrigados a buscar uma solução para seus problemas. A expectativa era alta, mas no fim das contas somos apresentados a um filme mediano que, mesmo quando busca fugir de clichês, é clichê! Não vou comentar mais do que isso, acho um desperdício de tempo.
Daybreakers/2019 - O Ano da Extinção (2010)
Ação/Ficcção Científica/Terror![]() |
| Elvis (Willem Dafoe), um mecânico caipira matador de vampiros. WTF?! |
O terceiro filme do combo Ação + Ficção Científica do post talvez não mereça ser enquadrado no termo "cilada". Dos três, acredito que seja o melhor, facilmente. Enfim, já que as produções transitam na mesma área, ele entrou no pacote.
Antes de mais nada tenho que comentar: Que tradução ridícula pro título original! Em que mundo paralelo Daybreakers equivale a 2019 - O Ano da Extinção?
Em um mundo em que a maioria da população é constituída por vampiros, o que vemos é a caça aos humanos que são utilizados como fontes de sangue. Porém, com a proximidade da extinção da raça humana, o mundo está perto de um colapso devido a falta do precioso liquido vermelho. Edward (Ethan Hawke) é um hematologista vampiro que pesquisa um substituto para o sangue, porém um grupo remanescente de humanos encontra algo que pode ser bem mais interessante. Hey, hey, hey, wait! Mais um vampiro chamado Edward?! Calma gente, isso aqui passa longe da saga Crepúsculo, apesar da fatídica coincidência no nome do protagonista. O filme tem uma fotografia atrativa e apresenta uma visão totalmente nova e surpreendente do tema "habitantes da noite", um ponto extremamente positivo. Ainda digo mais, se você substituir o sangue pela água encontrará uma mensagem altamente reflexiva, que me fez ter medo do que o racionamento de água faria no mundo. O problema de Daybreakers se encontra em explicações rasas que beiram o Deus ex machina ( sempre quis usar esse termo!), além de um final totalmente "Sim, é só isso mesmo!?". Poderia ser épico, mas teve gostinho de #fail.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Cartões Cinematográficos de Natal [1]
Postado por
Rafa Cruz
às
17:04
Sim, eu sei que o Natal ainda vai demorar um pouco, mas pra fazer o que eu pretendo preciso começar logo! É bem comum que nessa época natalina alguns sites que abordam a temática de filmes elaborem listas dos melhores ou mais estranhos filmes sobre essa época tão festiva.Nada contra isso, eu até gosto bastante dessas listas, mas decidi fazer algo diferente. Não lembro se já comentei aqui no blog, mas uma das coisas que eu mais gosto é desenhar. Enfim, decidi juntar a paixão pelos filmes e pelo desenho e elaborar uma série de cartões natalinos retratando alguns personagens de filmes em situações referentes ao Natal. Pra começo de história escolhi o ótimo Lunar. Espero que gostem, aguardo sugestões de mais situações dos mais diversos filmes nos comentários.
Amigo Secreto Na Estação Lunar
![]() |
| Pra ver o cartão na dimensão correta clique na imagem |
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Rascunhos[7]
Postado por
Rafa Cruz
às
17:17
Gangues de Nova York (2002)
Drama/Ação
O cenário da trama é a Nova York de 1840, uma cidade partilhada por inúmeras gangues e dividida por ideais religiosos e nacionalistas. Muitos anos após a terrível morte de seu pai, o jovem Amsterdam (Leonardo DiCaprio) é liberado de um reformatório, volta para a sua antiga moradia e busca colocar em prática um plano de vingança contra William Cutting (Daniel Day-Lewis), mais conhecido como O Açougueiro, o assassino de seu pai. Pra compor a trama romântica temos Jenny (Cameron Diaz), uma bela jovem pela qual Amsterdam se apaixona.
Sinceramente,esperava mais ação, a cena inicial prometia um filme muito mais dinâmico, diria até sanguinário. A falta de movimento associado a uma longa duração não me fez apreciar Gangues de Nova York como uma obra-prima do diretor Martin Scorsese (Ilha do Medo foi bem superior, ao meu ver). Longe de ser um filme ruim, Gangues conta com uma atuação espetacular e altamente convincente do Daniel Day Lewis, que se mostrou perfeito para o papel. A Cameron Diaz também fez o serviço direitinho, contrariando a grande maioria das pessoas que a considera uma atriz de razoável pra ruim.
Em suma, boa produção, mas nada espetacular.
Se fosse Gangues de Itabuna eu juro que me empolgava mais! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Decidi conferir esse filme por ser do mesmo diretor de Réquiem para um Sonho (Darren Aronofsky), o qual realmente me chocou. Fonte da Vida, ao menos pra mim, é um filme totalmente esquecível. Uma mistura de três histórias diferentes com os mesmo atores, que em algum momento tem sua ligação explicada. Um desbravador a serviço da Rainha da Espanha no século XVI, um médico em busca da cura para a doença de sua mulher e um astronauta (ao menos assim descrevem as sinopses existentes) no século XXVI a procura de respostas para sua existência.O casal protagonista, vividos por Hugh Jackman e Rachel Weisz demonstra uma boa química, mas o desfecho da história não foi atrativo para mim. A verdade é que, ao menos na minha opinião, o tal astronauta seria altamente dispensável, embora os apreciadores do filme me matem ao ler isso, por ser justamente o elo da história que explica muito da filosofia apresentada (mais um filme pra os pseudo-intelectuais dizerem que eu não entendi e que sou um pobre ignorante, haha). Pelo que li posteriormente, a história é fortemente influenciada pela doutrina budista, o que não me despertou o mínimo interesse. É o famoso "ou me ama, ou me odeia!".
Eu faço ressalvas em um Martin Scorsese, rejeito um Darren Aronofsky e vou falar bem de Desventuras em Série! Okay, sei que tem gente que quer me matar ou nunca mais vai ler nada aqui, mas esperem que daqui a pouco eu falo de Casablanca e vai todo mundo me amar!
Em primeiro lugar, eu sou um fã do gênero da Fantasia. A história dos orfãos Baudelaire e os seus infortúnios enquanto buscam escapar do Conde Olaf (Jim Carrey) é bem divertida, me dando uma enorme vontade de conferir os livros do qual a obra foi adaptada (a vontade passou ao saber que são 13 livros e ver o preço da coleção no Submarino). Com uma fotografia de encher os olhos, um elenco estrelado e competente, além de um bom desenvolvimento, Desventuras em Série é uma ótima opção de entretenimento. Assisti a versão dublada, coisa que não costumo fazer, mas fui presenteado com a maravilhosa dublagem do Conde Olaf realizada pelo Guilherme Briggs ( o dublador de Buzz Lightyear, Babão do Eu Sou O Máximo, Dagget dos Castores Pirados e uma série de personagens divertidos).
Espero que um dia eu me anime (e consigo grana) pra acompanhar a série nos livros.
Casablanca (1942)
Romance/Drama
Considerado por muitos críticos como a melhor produção norte-americana, recebemos de presente aqui em casa do brother Bruno Leite (um dos colaboradores do Olhar Leigo), uma edição desse clássico. Descobri que Casablanca é uma cidade no Marrocos, rota obrigatória para todos que desejavam partir da Europa em direção à América fugindo dos terrores da Segunda Guerra Mundial. E é lá que ocorre o reencontro de Rick (Humphrey Bogart) com Ilsa (Ingrid Bergman) anos após a despedida deles em Paris. Agora as circunstâncias são outras e Rick se vê dividido entre ajudar Ilsa e seu marido, ou manter a sua imparcialidade diante do momento histórico que o mundo assolado pela guerra enfrenta. Com personagens memoráveis como o Capitão Renault e o pobre pianista Sam, obrigado a carregar o piano de lá pra cá, além de tocar As Time Goes By mesmo sem a mínima vontade (haha), Casablanca realmente é uma ótima produção, imprimindo uma importância no cenário mundial principalmente pelo momento em que o filme foi lançado. Você vai cantar/cantarolar/assobiar a canção tema por alguns dias, tenha certeza!
Drama/Ação
O cenário da trama é a Nova York de 1840, uma cidade partilhada por inúmeras gangues e dividida por ideais religiosos e nacionalistas. Muitos anos após a terrível morte de seu pai, o jovem Amsterdam (Leonardo DiCaprio) é liberado de um reformatório, volta para a sua antiga moradia e busca colocar em prática um plano de vingança contra William Cutting (Daniel Day-Lewis), mais conhecido como O Açougueiro, o assassino de seu pai. Pra compor a trama romântica temos Jenny (Cameron Diaz), uma bela jovem pela qual Amsterdam se apaixona.
Sinceramente,esperava mais ação, a cena inicial prometia um filme muito mais dinâmico, diria até sanguinário. A falta de movimento associado a uma longa duração não me fez apreciar Gangues de Nova York como uma obra-prima do diretor Martin Scorsese (Ilha do Medo foi bem superior, ao meu ver). Longe de ser um filme ruim, Gangues conta com uma atuação espetacular e altamente convincente do Daniel Day Lewis, que se mostrou perfeito para o papel. A Cameron Diaz também fez o serviço direitinho, contrariando a grande maioria das pessoas que a considera uma atriz de razoável pra ruim.
Em suma, boa produção, mas nada espetacular.
Se fosse Gangues de Itabuna eu juro que me empolgava mais! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Fonte da Vida (2006)
DramaDecidi conferir esse filme por ser do mesmo diretor de Réquiem para um Sonho (Darren Aronofsky), o qual realmente me chocou. Fonte da Vida, ao menos pra mim, é um filme totalmente esquecível. Uma mistura de três histórias diferentes com os mesmo atores, que em algum momento tem sua ligação explicada. Um desbravador a serviço da Rainha da Espanha no século XVI, um médico em busca da cura para a doença de sua mulher e um astronauta (ao menos assim descrevem as sinopses existentes) no século XXVI a procura de respostas para sua existência.O casal protagonista, vividos por Hugh Jackman e Rachel Weisz demonstra uma boa química, mas o desfecho da história não foi atrativo para mim. A verdade é que, ao menos na minha opinião, o tal astronauta seria altamente dispensável, embora os apreciadores do filme me matem ao ler isso, por ser justamente o elo da história que explica muito da filosofia apresentada (mais um filme pra os pseudo-intelectuais dizerem que eu não entendi e que sou um pobre ignorante, haha). Pelo que li posteriormente, a história é fortemente influenciada pela doutrina budista, o que não me despertou o mínimo interesse. É o famoso "ou me ama, ou me odeia!".
Desventuras em Série (2004)
Fantasia/AventuraEu faço ressalvas em um Martin Scorsese, rejeito um Darren Aronofsky e vou falar bem de Desventuras em Série! Okay, sei que tem gente que quer me matar ou nunca mais vai ler nada aqui, mas esperem que daqui a pouco eu falo de Casablanca e vai todo mundo me amar!

Em primeiro lugar, eu sou um fã do gênero da Fantasia. A história dos orfãos Baudelaire e os seus infortúnios enquanto buscam escapar do Conde Olaf (Jim Carrey) é bem divertida, me dando uma enorme vontade de conferir os livros do qual a obra foi adaptada (a vontade passou ao saber que são 13 livros e ver o preço da coleção no Submarino). Com uma fotografia de encher os olhos, um elenco estrelado e competente, além de um bom desenvolvimento, Desventuras em Série é uma ótima opção de entretenimento. Assisti a versão dublada, coisa que não costumo fazer, mas fui presenteado com a maravilhosa dublagem do Conde Olaf realizada pelo Guilherme Briggs ( o dublador de Buzz Lightyear, Babão do Eu Sou O Máximo, Dagget dos Castores Pirados e uma série de personagens divertidos).
Espero que um dia eu me anime (e consigo grana) pra acompanhar a série nos livros.
Casablanca (1942)
Romance/Drama
Considerado por muitos críticos como a melhor produção norte-americana, recebemos de presente aqui em casa do brother Bruno Leite (um dos colaboradores do Olhar Leigo), uma edição desse clássico. Descobri que Casablanca é uma cidade no Marrocos, rota obrigatória para todos que desejavam partir da Europa em direção à América fugindo dos terrores da Segunda Guerra Mundial. E é lá que ocorre o reencontro de Rick (Humphrey Bogart) com Ilsa (Ingrid Bergman) anos após a despedida deles em Paris. Agora as circunstâncias são outras e Rick se vê dividido entre ajudar Ilsa e seu marido, ou manter a sua imparcialidade diante do momento histórico que o mundo assolado pela guerra enfrenta. Com personagens memoráveis como o Capitão Renault e o pobre pianista Sam, obrigado a carregar o piano de lá pra cá, além de tocar As Time Goes By mesmo sem a mínima vontade (haha), Casablanca realmente é uma ótima produção, imprimindo uma importância no cenário mundial principalmente pelo momento em que o filme foi lançado. Você vai cantar/cantarolar/assobiar a canção tema por alguns dias, tenha certeza!
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